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Mostrando postagens de agosto, 2019

20 VOCÊ SERÁ MÉDIUM

Eu comecei a sonhar com músicas e, como estava lúcido, aprendi a acordar e escrevê-las. Tenho poucos conhecimentos de física e mentalizei antes de dormir que queria uma máquina que gerasse energia limpa. Por sinal a máquina veio, mas meu dilema foi conseguir lembrar todas as peças da máquina e desenhar, não consegui, era muita cheia de detalhes. As coisas começaram a ficar mais interessantes, até medonhas. Depois de um tempo continuei me projetando e buscando pessoas no astral para me explicarem onde eu estava; encontrei algumas que deram os nomes delas, onde moravam, cidades que eu desconheço. Um dia sonhei que estava conversando com algumas alunas e aos poucos eu fui estranhando o local, até que eu percebi que estava no astral e isso fez com que eu voltasse para o corpo, como se eu tivesse me assustado. Parece que emoções fortes provocam uma descarga de adrenalina que faz o corpo atrair o espírito de volta. Eu acabei indo parar lá outra   vez, mas as alunas já não estavam e e...

19 VOU TE MOSTRAR TEU CRIADOR

Provavelmente era por volta de 4 da manhã e eu ainda tinha algum tempo antes de me levantar. Continuei deitado e despertei em um lugar estranho, muito claro, parecia que não haviam árvores, as casas eram muito simples e as pessoas pareciam bem pobres. Conversei com algumas moças, mas as pessoas pareciam desconfiadas ou achavam que eu tinha algum interesse sexual nelas. Eu andei um pouco e fiquei observando a paisagem e construções. Em dado momento eu perdi a consciência e acabei acordando. Ao voltar a dormir eu retornei para lá, um pouco afastado de onde eu havia perdido a consciência;   uma entidade veio até mim, não consigo lembrar a fisionomia da mesma e me disse: “Eu vou te levar para você conhecer seu criador”. Havia uma gruta e adentramos à mesma. Nas paredes da caverna haviam símbolos estranhos e ao chegar mais profundamente percebi algumas partes de estátuas. Os pés, bem grandes por sinal, feitos de pedra entalhada com baixos relevos. Adentramos e chegamos em um local onde...

18 PRESO EM UMA CASA ESTRANHA E MANIPULANDO OBJETOS

Eu ainda estou aprendendo muito e cada dia tenho despertado mais minha curiosidade. Há muitas dúvidas, mas poucas respostas satisfatórias e confiáveis. Não sei porque eu me deparo em determinados ambientes e desperto já lá. Existe toda uma dinâmica para se estar em um lugar. O corpo adormece, o espírito sai e se desloca, mas muitas vezes este processo se faz sem lucidez, como se fôssemos zumbis. A mente não recorda desta caminhada, pelo menos a mente vinculada ao cérebro físico. Em uma ocasião eu abri lucidez dentro de uma casa velha, cheia de pó, e uma pessoa idoso cuidava de algumas crianças que pareciam amedrontadas. Eu tentei disfarçar que estava desperto e fazer algumas indagações, mas elas pareciam não poder responder. Eu quebrei um copo lá e uma criança ficou com medo do que acorreria com ela. Eu resolvi tentar recompor o copo. Segurei nas minhas mãos e forcei minha mente a comandar a recomposição do objeto. Até que deu certo mas parecia ser mais frágil que o anterior. Afast...

17 CLAMANDO POR JESUS

Não é todo dia que estamos psicologicamente bem. Em certas circunstâncias, a dor emocional é avassaladora e, mesmo nas projeções, não passa. Parece que isso faz o padrão vibracional cair e nos carrega para lugares densos. Uma noite bem tensa me aguardava depois de um dia com ânimos exaltados e baixo astral. Eu estava muito deprimido, choroso, cheio de lembranças tristes. Ao me ver no astral em um lugar estranho, com dor no meu peito, eu simplesmente resolvi abaixar no chão em uma esquina e clamar por Jesus. Eu chorava e clamava, mas nada acontecia. Neste momento, apareceu uma pessoa e me disse que não adiantava ficar chamando por Ele pois não viria até mim. Eu parei com minha súplica e saí de perto daquele senhor. Minha mente ainda estava em oração quando olhei para o céu e vi um homem descendo entre as nuvens, com uma aparência semelhante às das pinturas medievais que eu estava acostumado a ver de Jesus, com cabelos nos ombros, castanhos claros, usando uma túnica. Olhei para aquil...

16 COLÔNIA SEXUAL COM CHEIRO DE MOFO

O plano astral é bem diverso e posso dizer que lá tem de tudo, para todos os gostos, dos mais nobres até os mais sórdidos. Eu não conheço muito dos planos superiores, afinal não me sinto nada evoluído, mas em processo. Nesta jornada de aprendizado constante eu acabo indo para cada lugar. Em mais uma noite mal dormida e cheia de sonhos, acordei por volta de 3 h da manhã e, como que de costume, eu me projetei involuntariamente. Despertei em um lugar estranho, ruas largas e casas simples com quintal amplo na parte da frente. Estava tudo claro e eu, ainda curioso para saber onde estava e quem eram aquelas pessoas que circulavam por ali, fui andando. De repente, vi duas senhoras sentadas em frente às suas casas, no que parecia ser uma varanda. Do portão, até onde elas estavam parecia haver uns 10 metros. Eu educadamente me apresentei e elas consentiram com minha entrada. Azar o meu pois elas estavam interessadas era em sexo e se insinuaram para mim, falaram algumas coisas que eu me esqu...

15 A LUA DEFORMADA

São tantas coisas diferentes e repetitivas que ocorreram que, aos poucos, fui entendendo melhor e passando a crer um pouco mais. No entanto, sempre desconfiando que poderia ser mera criação mental. Como as experiências eram constantes e minha mente não precisava mais dos gatilhos, eu comecei a tentar despertar algumas pessoas. Às vezes me deparava com alunos, eles me diziam saber que estavam no astral mas que não iam conseguir lembrar ao acordar. Eu tentava despertar alguns usando o choque de realidade. Geralmente eu perguntava quantos dedos eles tinham na mão e pedia para que não olhassem. Respondiam que tinham 5, lógico, então eu pedia que contassem e eles se assustavam ao perceber que não tinham cinco dedos e sempre desmaiavam. Esta técnica de contagem dos dedos me foi muito útil para conseguir despertar no astral. Outras riam de mim ao falar-lhes que estavam no plano espiritual. Eu fazia coisas diferentes como voar, mudar de cor, fazer luz sair de minhas mãos e nem assim. Algumas...

14 SENDO CHAMADO DE GUARDIÃO

  As noites continuaram bem intensas e cheias de muito aprendizado. Algumas vezes bem tristes. Numa destas, eu acordei em um lugar que eu desconhecia, nunca tinha andado por lá. Estava tudo escuro e havia bem pouca luminosidade. Eu me sentia grande lá. E as pessoas me olhavam diferente. Eu resolvi olhar para mim e percebi que eu usava uma roupa estranha. Minha pele parecia coberta por uma malha dourada que eu não tinha ideia do que era. Achei bonito mas não fui eu quem colocou aquilo - bom, pelo menos, eu não me recordava disso. Provavelmente por isso as pessoas ali estavam fitando os olhos em mim.  Logo à frente haviam várias pessoas aglomeradas e uma delas me pareceu familiar. Fui até ela e perguntei se me reconhecia. Ela disse que sim, que havia morrido em um acidente de carro em que bateu em um caminhão. Eu nunca descobri se isso era verdade. Não deu tempo de conversar muito e fazer algumas indagações. As pessoas me olhavam e diziam: “Olha, um guardião!”. Eu não s...

13 DIANTE DO ESPELHO

Depois que vi aquela irmã grudada em minha nuca, percebi que eu não conseguia enxergar toda e qualquer entidade, mas que, usando um espelho, eu conseguia fazer com que elas se manifestassem visualmente. Assim, sempre que ia para o astral, eu procurava um espelho com dois objetivos: ver essas entidades e ver as tatuagens em meu corpo. Não tinha ideia do significado delas. Em uma dessas, em que acordei no meu quarto e me levantei com certa dificuldade, percebi que, sobre a minha cama, havia um pequeno objeto, bem estranho. Ele parecia ter algumas pedras azuis dentro dele que emitiam bastante luz. Como meu quarto estava escuro, eu peguei aquilo e me posicionei diante do espelho para me ver. Minha aparência estava normal, exceto por um pequeno detalhe: eu tinha cabelo, pois sou careca. Estava bem difícil de me ver, pois naquela hora o breu tomava conta de meu quarto. Resolvi pegar aquele objeto estranho e usar para iluminar meu corpo afim de me observar melhor. Quando fiz isso vi alg...

12 CONVERSANDO COM DESENCARNADA

Fiquei pensativo sobre ser real o que acontecia comigo, ou não. Comecei a pesquisar sobre pessoas que pudessem ter relatado experiências semelhantes e achei algumas coisas. Até mesmo, um sítio na internet com diversos relatos e ensinamentos. Depois de lê-los e dialogar com algumas pessoas, resolvi tentar me controlar mais quando tivesse essas experiências. Afinal, na dúvida, é melhor escolher a boa porção, ou seja, não maltratar ninguém. Não garanto que consegui sempre, mas tentei.  Comecei a falar do assunto com colegas de trabalho e fui aconselhado a procurar uma casa espírita. Neste intervalo, eu já não dormia bem e cada dia estava ficando pior. Comecei a ver luzes no canto dos olhos, até mesmo com os olhos fechados. Fiz diversos exames com oftalmologista, procurei psiquiatra, tomei muitos remédios e, mesmo assim, os fenômenos continuavam. Minha curiosidade me levou a pesquisar cada vez mais sobre técnicas para despertar lucidez,  de movimentação energética, meditação, m...

11 UMA PEDRA AZUL NA MINHA TESTA

Eu não sei o motivo, mas é muito comum eu despertar lucidez na casa em que eu cresci, em minha cidade natal. Já faz mais de 14 anos que me mudei de lá e ainda desperto muito por lá. Simplesmente me deparo deitado em uma cama, lá. Quando isso ocorre, eu me levanto e saio. Antes eu percebia algumas pessoas, dentro da casa. Mas, a experiência me fez entender que rostos conhecidos podem realmente ser aquelas pessoas, mas elas não sabem que estão lá e não vão lembrar quando acordarem, então, eu não gasto muito de meu tempo interagindo com elas. Assim, ao despertar, eu rapidamente saí daquela quarto e fui para a rua. De frente o local em que eu morava, hoje há uma escola, mas quando eu cresci lá era um campo de futebol. Muitas e muitas vezes me deparo com essa cena e isso me ajuda despertar no astral, choque de realidade. Desta vez, eu fui para a rua e segui em direção ao campo. Lá estavam vários rostos conhecidos e eu procurvava algum lugar para meditar, ficar sozinho. Das muitas veze...

10 UM "MENTOR" À PROCURA DE UM NEOPENTECOSTAL

Certa noite, eu despertei em uma casa bem simples. Não sei de quem era e nem o que eu fazia por lá. Logo que me percebi lá, resolvi sair da casa e ver o que havia na rua, pois dentro da casa não percebia ninguém. Do lado de fora da casa havia um jovem que veio até mim e me cumprimentou. Ele me disse que estava procurando um neopentecostal chamado Fabrício – este é meu nome. Eu falei que eu me chamava assim e ele disse que era meu mentor. Eu fiquei olhando para ele desconfiado, afinal, não sou neopentecostal. Ele vestia-se de calça jeans colada, blusa de malha e calçava um tênis. Era mais alto que eu. Eu disse: “Mentor, sei! Que mentor que nada. Tchau.” E saí andando. Na rua, tudo estava escuro. Haviam dois rapazes andando e me aproximei deles. Este suposto mentor, que pode até ser mesmo,   veio atrás de mim, mas guardou certa distância. Eu cheguei até os jovens e a rua, parecia que não tinha iluminação   no final. Eu continuei andando em direção ao final escuro. Eu disse: “...

9 UMA BIBLIOTECA E EU NEM CONSIGO LER.

Esta cidade, que eu visitava, era bem grande, clara e cheia de vida. O que me restava era desvendar as particularidades do local e ver se eu aprendia algo importante. Certa noite, eu me deparei com uma faculdade e vi várias pessoas entrando no local. Eu resolvi me passar por uma delas e ir verificar como era lá dentro. Entrei e logo fui procurar uma biblioteca. Eu queria ver se achava algo diferente lá. Alguma instrução nova, algo proveitoso que não tivesse correspondência no plano material e que servisse para eu ter certeza do fenômeno. Entrei na fila para adentrar à biblioteca. Grande decepção. A pessoa que estava no balcão me disse que eu não podia entrar pois eu estava encarnado. Aquilo me chocou. Como ele sabia que eu estava encarnado? Não adiantava ficar ali. Voltei para o corpo. Não sei se eu poderia aproveitar a minha estadia lá. Como esses fenômenos se tornaram tão constantes comigo, eu me deparei em muitas situações em que eu tentava ler algo e não conseguia. As letras pa...